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16 de setembro de 2026
Há algum tempo, a presença da logomarca deixou de estar em evidência em peças de grandes etiquetas da moda. Em seu lugar, assinaturas visuais, como tecidos, paletas de cores e designs únicos, passaram a ser sinônimo de identidade. No Brasil, um exemplo recente é a Reserva que, após 20 anos, está ressignificando o uso do seu logo.
O tradicional pica-pau, que sempre esteve em foco nas camisas da Reserva, agora aparece de forma discreta em detalhes na manga e em outros locais estratégicos. A ideia é evocar a assinatura da marca não por meio do símbolo, mas sim de suas modelagens, cortes, matérias-primas e acabamentos.
A mudança chega em um momento importante: 2026 é o 20º aniversário da empresa, que já tem uma identidade consolidada entre seu público. Assim, o novo posicionamento vem acompanhado do desafio de criar produtos que tenham valor para além da assinatura estampada e que acompanhem diferentes momentos da rotina dos clientes, como trabalho, viagens e celebrações.
“Ser reconhecido é uma conquista enorme para qualquer marca, mas reconhecimento sozinho não garante desejo. Desejo se constrói quando vários fatores se encontram: um bom produto e uma marca com identidade própria, relevância cultural e capacidade de continuar surpreendendo o consumidor. Por isso, mais do que passar de uma marca reconhecida para uma marca desejada, estamos buscando ampliar as razões pelas quais as pessoas desejam a Reserva”, diz a diretora executiva da Reserva, Joana Bittencourt.
Esse novo posicionamento se torna palpável com a Casa Reserva, espaço que transforma as lojas em uma extensão do lar do consumidor. O conceito tem o propósito de reunir diferentes vertentes da etiqueta em um único lugar ao oferecer serviços e experiências como consultoria de estilo, ajustes de peças, personalização de presentes, bar de café e drinques, videogames e ativações especiais.
Tecnologia em foco
Para a Reserva, a inovação não está restrita ao desenvolvimento de produtos e espaços: envolve a busca por outras formas de pensar o negócio. Vem daí o investimento em tecnologia na sua operação: a plataforma interna de AiHub, por exemplo, surgiu da necessidade de otimizar processos e dar apoio em operações repetitivas a fim de garantir mais tempo para o time se concentrar em conceitos, narrativas e soluções que dependem do olhar humano.
Saiba mais sobre o novo momento da Reserva aqui.