categoria Comportamento
Data 06 de julho de 2026

Jonathan Anderson acaba de apresentar sua segunda coleção de alta-costura para a Dior, no Musée Rodin, em Paris, inspirada no trabalho da escultora americana Lynda Benglis, conhecida por transformar materiais bidimensionais em formas tridimensionais por meio de nós, pregas, dobras e moldagens. Na passarela, Anderson traduz esse princípio ao plissar, drapear e retorcer tecidos para criar novas texturas e volumes, além de explorar superfícies metálicas, iridescentes e brilhantes que remetem às obras da artista. A relação de Benglis com a cidade de Ahmedabad, na Índia, também inspira parte da coleção.
Christian Dior | Alta-costura | Inverno 2026
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Motivos florais fazem referência à série Peacocks, enquanto o artesanato indiano aparece em fragmentos antigos de chintz e indiennes (tecidos de algodão finamente tecidos e pintados à mão) aplicados nas bolsas Petit Dîner e Mini Lady Dior. A icônica Bar Jacket ganha releituras em versões bordadas e é transformada com uma cauda de seda. Já os vestidos aparecem com estampas florais, tecidos retorcidos e drapeados e versões maximizadas do leque, elemento que também está presente no convite do desfile.
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Fonte: Vogue