Saúde
23 de setembro de 2026O Alzheimer é um transtorno neurodegenerativo em que a pessoa apresenta dificuldade para se lembrar de informações recentes, desorientação e perda progressiva da capacidade de realizar as tarefas diárias e/ou cuidar de si próprio.
A causa do Alzheimer ainda não é completamente conhecida, mas o risco aumenta com a idade e pode estar relacionado a fatores genéticos e familiares, depressão, perda auditiva e tabagismo.
Embora o Alzheimer não tenha cura, o tratamento, orientado pelo neurologista, pode incluir medicamentos como donepezila e galantamina, que ajudam a aliviar e retardar a progressão da doença.
Os principais sintomas da doença de Alzheimer são:
Além disso, na medida em que a doença evolui, a pessoa tende a ficar cada vez mais dependente dos familiares e podem surgir alterações no comportamento, alucinações, dificuldade para se movimentar e crises convulsivas. Veja outros sintomas da doença de Alzheimer.
Os sintomas iniciais do Alzheimer costumam afetar principalmente a memória recente, causando esquecimento de conversas, compromissos ou acontecimentos recentes e levando a pessoa a repetir perguntas ou informações.
Também podem surgir dificuldade para encontrar palavras, organizar tarefas, se orientar no tempo e no espaço e realizar atividades que antes eram habituais, como preparar uma refeição, fazer compras ou administrar as contas.
Para saber as suas chances de desenvolver Alzheimer, responda as perguntas do teste a seguir:
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Este teste é apenas uma ferramenta de orientação e não tem o objetivo de diagnosticar nem substituir a consulta com o neurologista. Saiba mais sobre o teste de Alzheimer.
O diagnóstico da doença de Alzheimer é feito pelo neurologista levando em consideração os sintomas e o resultado de testes e/ou exames, como a avaliação neuropsicológica e ressonância magnética.
Se deseja avaliar o risco de ter Alzheimer, marque uma consulta com o especialista mais próximo da sua região:
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Além de examinar os reflexos, movimentos e força muscular, o neurologista também realiza testes para avaliar a memória e o raciocínio, como o mini-mental. Confira o que é o mini-mental e como é feito.
O médico também pode indicar exames no sangue, como o hemograma e dosagem de vitamina B12 ou hormônios da tireoide, para descartar doenças que causam alterações de memória, como hipotireoidismo, HIV e deficiências nutricionais.
A demência é um termo usado para descrever um conjunto de sintomas que afetam a memória, o pensamento, a linguagem e a capacidade de realizar atividades do dia a dia. Entenda melhor o que é demência.
Já o Alzheimer é uma doença que pode causar demência e é a sua causa mais comum.
O Alzheimer é uma doença progressiva, que pode ser dividida nas seguintes fases:
A evolução do Alzheimer varia de pessoa para pessoa, e a duração de cada fase pode ser diferente. Além disso, alguns sintomas podem aparecer em mais de uma fase e se tornar mais intensos com a progressão da doença.
O Alzheimer geralmente surgem após os 65 anos, mas também podem aparecer mais cedo, caracterizando o Alzheimer precoce. É menos comum e pode estar mais relacionado a alterações genéticas, principalmente quando há histórico familiar da doença.
Os primeiros sintomas podem incluir perda de memória, dificuldade de concentração e alterações na linguagem.
A causa do Alzheimer ainda não é conhecida, porém acredita-se que a doença possa acontecer devido a:
Além disso, fatores como sedentarismo, tabagismo, perda auditiva, depressão e doenças cardiovasculares podem aumentar o risco de desenvolver a doença.
Leia também: 5 possíveis causas de Alzheimer
tuasaude.com/causas-do-alzheimer
A doença de Alzheimer normalmente não é hereditária. No entanto, o risco da doença é maior em caso de pessoas com Alzheimer na família, porque existem alterações genéticas que podem ser herdadas dos pais e favorecer o seu desenvolvimento.
Essas alterações genéticas sozinhas normalmente não causam a doença, sendo necessário um conjunto de alterações no DNA e fatores de risco, como idade avançada e falta de exercício mental, para o surgimento do Alzheimer.
Apesar disso, existe uma forma precoce de Alzheimer que está relacionada a algumas mutações genéticas e pode ser transmitida para os filhos, porém esse tipo de Alzheimer é muito raro. Entenda melhor se o Alzheimer é hereditário.
O tratamento da doença de Alzheimer é feito pelo neurologista e pode envolver:
Medicamentos como donepezila, rivastigmina e galantamina podem ser usados para aliviar ou estabilizar temporariamente os sintomas cognitivos, principalmente nas fases inicial e moderada do Alzheimer. Conheça os principais medicamentos para Alzheimer.
Já a memantina é indicada principalmente nas fases moderada e grave e pode ser usada sozinha ou em associação com um desses medicamentos.
A estimulação cognitiva pode incluir atividades e terapias que trabalham memória, atenção, linguagem e raciocínio, como exercícios de memória, leitura, jogos e atividades de orientação.
Essas estratégias podem ajudar a preservar as funções cognitivas e a independência pelo maior tempo possível.
Embora as dificuldades de movimento geralmente surjam nas fases mais avançadas da doença, exercícios orientados podem ajudar a preservar a mobilidade, a força muscular e a autonomia por mais tempo.
Por isso, atividades como caminhada, exercícios de equilíbrio e fortalecimento podem ser indicadas de acordo com a capacidade da pessoa e com orientação profissional. Confira os exercícios para cada fase do Alzheimer.
A terapia ocupacional ajuda a adaptar as atividades e o ambiente às necessidades da pessoa com Alzheimer, facilitando tarefas do dia a dia e ajudando a preservar a independência e a segurança.
Podem ser indicadas atividades para treinar tarefas domésticas, cuidados pessoais, organização da rotina e orientação no tempo e no espaço.
Além disso, o apoio da família é importante durante a evolução da doença e o acompanhamento por uma equipe multidisciplinar, com neurologista, geriatra, nutricionista, fisioterapeuta, psicólogo e terapeuta ocupacional, para prevenir complicações e manter a qualidade de vida.
Leia também: Como cuidar da pessoa com Alzheimer
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A doença de Alzheimer não tem cura. No entanto, quando o tratamento é iniciado cedo e feito de acordo com a orientação do médico, é possível aliviar os sintomas e retardar o avanço da doença. Veja sobre a cura do Alzheimer e novos tratamentos.
Para diminuir o risco de Alzheimer, são recomendadas medidas como:
Estas medidas são fundamentais para diminuir o risco de Alzheimer e devem ser iniciadas assim que possível para todas as pessoas para sua prevenção. Conheça algumas dicas para prevenir o Alzheimer.