Saúde
01 de julho de 2026A ressonância magnética (RM) é um exame de imagem que permite visualizar, com grande definição, as estruturas internas dos órgãos. Por isso, é capaz de identificar vários problemas de saúde, como aneurismas, tumores, alterações nas articulações e outras lesões nos órgãos internos.
Este exame, também conhecido como ressonância magnética nuclear (RMN), é normalmente solicitado nos casos de suspeita de alterações no cérebro, medula espinhal, coração, ossos, articulações ou outros órgãos. Em alguns casos, pode ser feito com uso de contraste, o que permite obter imagens com mais qualidade.
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A ressonância magnética pode ser realizada gratuitamente pelo SUS, desde que se tenha indicação médica, mas também é realizada em hospitais ou clínicas de exames particulares. Os resultados devem ser analisados pelo médico que solicitou o exame.
A ressonância magnética serve para avaliar, identificar, diagnosticar e acompanhar o tratamento de várias condições de saúde, como:
Além disso, a ressonância magnética pode ser indicada para avaliar lesões, alterações, massas ou tumores nos órgãos do corpo, como mama, fígado, vesícula biliar, pulmões, rins, útero, ovários, próstata, baço, pâncreas, ossos, medula espinhal ou glândulas adrenais, por exemplo.
A ressonância magnética também pode ser indicada para doenças do sistema gastrointestinal, como cirrose, doença de Crohn ou colite ulcerativa, por exemplo.
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A ressonância magnética de corpo todo, também chamada de ressonância magnética de corpo inteiro, é indicada para avaliar a presença de tumores, assim como se espalhou para outros órgãos, pois faz uma varredura que vai da cabeça aos pés.
Além disso, esse tipo de ressonância magnética também pode ser indicada nos casos em que a pessoa apresenta dores em várias partes do corpo, podendo auxiliar o médico a identificar a causa.
A ressonância magnética de corpo todo não é indicada para check-up de rotina ou para a prevenção de doenças, uma vez que é um exame que identifica alterações na forma dos órgãos e sistemas, podendo levar a diagnósticos falso-positivos, ansiedade na pessoa e a tratamentos desnecessários.
A ressonância magnética é um exame de imagem útil para visualizar com detalhes as estruturas do corpo, podendo ser feita no corpo inteiro ou apenas em regiões específicas, como cabeça, tronco, região pélvica, joelhos, por exemplo, dependendo do objetivo do exame.
Em São Paulo, o Hospital São Luiz Itaim, da Rede D’Or, conta com estrutura para a realização de exames de imagem e outros procedimentos diagnósticos, oferecendo tecnologia e equipe especializada para um atendimento completo.
Para se preparar a ressonância magnética, alguns cuidados são importantes, como:
Além disso, deve-se informar ao médico se possui próteses metálicas, placas ou parafusos em alguma articulação, implante coclear ou auricular, bombas de medicamentos, clipes cirúrgicos ou de aneurisma ou filtros de coágulos, por exemplo.
Também é importante informar ao médico se apresenta alergia ao gadolínio ou qualquer outro tipo de contraste radiológico, látex ou remédios e se apresenta problemas de saúde, como asma, bronquite asmática ou insuficiência renal.
No dia da ressonância, é importante levar todos os exames realizados anteriormente, como exames de sangue, cateterismos, ultrassons, cintilografia, raio X de tórax, tomografia computadorizada ou ressonância magnética feito anteriormente, por exemplo.
A ressonância magnética é feita pelo médico radiologista, em hospitais ou clínicas especializadas, e geralmente dura cerca de 15 a 60 minutos, ou até 2 horas dependendo da área a ser examinada.
Para a sua realização do exame é necessário permanecer deitado dentro do aparelho que emite o campo magnético, evitando movimentar o corpo, já que qualquer movimento pode alterar a qualidade do exame.
Em pessoas que não conseguem ficar paradas, como crianças, portadores de claustrofobia, demência ou esquizofrenia, por exemplo, pode ser necessário realizar o exame com sedação para induzir o sono. Caso contrário, o exame pode não ser eficaz.
As imagens obtidas da ressonância magnética são captadas, visualizadas e registradas no computador, permitindo detectar alterações, que devem ser interpretadas pelo médico que solicitou o exame.
Em alguns casos, o médico pode aplicar o contraste de gadolínio diretamente na veia, pois é uma forma de causar maior definição das imagens, principalmente para visualizar órgãos ou vasos sanguíneos.
Assim, para aplicar o contraste é administrado soro fisiológico na veia, pelo enfermeiro, para que o médico possa injetar contraste de gadolínio.
O tipo de ressonância magnética depende do local que se pretende “investigar”. Os mais comuns incluem:
Ressonância magnética do crânio: avaliar malformações cerebrais, encefalomalacia, hemorragia interna, trombose cerebral, tumores cerebrais e outras alterações ou infecções no cérebro ou nos seus vasos;
O tipo de ressonância magnética é solicitado pelo médico de acordo com a condição de saúde que se deseja investigar.
Tanto a ressonância magnética como a tomografia computadorizada são exames de imagem que permitem avaliar órgãos e estruturas internas do corpo e diagnosticar condições de saúde.
No entanto, esses exames são diferentes, pois a ressonância magnética não utiliza radiação ionizante para a obtenção dos resultados, que é utilizada na tomografia computadorizada. Entenda para que serve e quando é necessária uma tomografia computadorizada.
A ressonância magnética utiliza um campo magnético de alta intensidade e ondas de rádio, que provocam uma agitação das moléculas do corpo, gerando imagens de alta definição dos órgãos internos que são captadas pelo aparelho e transferidas para um computador.
Após a ressonância magnética, deve-se beber água ou outros líquidos, exceto bebidas alcoólicas, e urinar com frequência para eliminar o resto do contraste de gadolínio, caso tenha sido utilizado.
No caso de ter sido necessária sedação, deve-se evitar dirigir após o exame pois a pessoa pode ficar sonolenta, sendo importante ter um acompanhante que possa dirigir para voltar para a casa após o exame.