Saúde
07 de setembro de 2026A esclerose múltipla é uma doença crônica autoimune que pode causar sintomas como dormência e formigamento nos braços, pernas ou troncos, cansaço excessivo e visão dupla ou embaçada, por exemplo.
Nesta doença, o sistema imunológico ataca a bainha de mielina, que é uma estrutura protetora que cobre os neurônios e que atua na transmissão dos impulsos nervosos.
A esclerose múltipla não tem cura, mas os os tratamentos indicados pelo neurologista, como remédios corticoides, anticonvulsivantes e exercícios físicos, ajudam a controlar os sintomas, evitar as crises ou atrasar a sua evolução.
Os principais sintomas da esclerose múltipla são:
A pessoa também pode apresentar incontinência urinária ou fecal, retenção urinária ou urgência para urinar, prisão de ventre, diarreia, refluxo, redução da libido, secura vaginal ou disfunção erétil.
A dificuldade de concentração, a perda da memória recente, as alterações de humor, como depressão e ansiedade, e episódios de riso ou choro involuntários e excessivos, também podem acontecer.
Os sintomas não surgem necessariamente todos ao mesmo tempo. Além disso, os sintomas podem ser agravados pela exposição ao calor, a febre e algumas infecções.
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Para saber o risco de ter esclerose múltipla ou estar numa crise, selecione os sintomas apresentados no teste a seguir:
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O teste de sintomas é apenas uma ferramenta de orientação e, por isso, não deve ser usado como diagnóstico ou substituir a consulta com o neurologista ou o clínico geral.
O diagnóstico da esclerose múltipla é feito pelo neurologista a partir da história de saúde e da avaliação dos sintomas apresentados pela pessoa.
O médico também solicita exames de sangue e de imagem, como ressonância magnética e análise do líquido cefalorraquidiano e exames de sangue, para ajudar a confirmar o diagnóstico.
Entretanto, de acordo com o Ministério da Saúde, o diagnóstico deve ser baseado na existência de dois ou mais episódios sintomáticos, que devem durar mais de 24 horas e de forma distinta, separados por um período de no mínimo um mês.
A causa exata da esclerose múltipla não é conhecida, no entanto, os estudos indicam ser uma doença relacionada com fatores imunológicos, predisposição genética e fatores ambientais.
Alguns fatores de risco que podem favorecer a esclerose múltipla são:
A infecção pelo vírus Epstein-Barr, responsável pela mononucleose, também aumenta o risco de esclerose múltipla. No entanto, essa infecção precisa ser acompanhada de outros fatores de risco, como genética e fatores de estilo de vida, para provocar a esclerose múltipla.
O tratamento da esclerose múltipla tem o objetivo de evitar a evolução da doença, diminuir o tempo e a intensidade das crises e controlar os sintomas.
Assim, os tratamentos indicados pelo médico incluem:
O médico também pode recomendar a atividade física adaptada, como treino de respiração ativa com espirômetro, alongamentos diário passivos de articulações, treinos de equilíbrio sentado e reabilitação postural assistida, para pessoas com mobilidade gravemente diminuída.
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