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05 de setembro de 2026
Quase três décadas depois de uma das maiores tragédias envolvendo a família real britânica, a história de Trevor Rees-Jones continua despertando curiosidade. Na madrugada de 31 de agosto de 1997, ele estava dentro da Mercedes que transportava a princesa Diana, Dodi Fayed e o motorista Henry Paul pelas ruas de Paris. O veículo acabou colidindo violentamente contra uma das colunas do túnel da ponte de l’Alma.
Das quatro pessoas que ocupavam o carro naquela noite, Trevor foi o único que conseguiu sobreviver. Dodi e Henry morreram ainda no local da batida, enquanto Diana foi levada com vida para o hospital, mas não resistiu à gravidade dos ferimentos algumas horas depois.
O impacto deixou Trevor em estado extremamente grave. O então segurança da família Fayed estava no banco do passageiro e sofreu diversas fraturas, além de lesões que praticamente destruíram seu rosto.
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Uma reconstrução facial impressionante
A sobrevivência de Trevor chegou a surpreender até mesmo os médicos responsáveis por seu atendimento. A extensão dos ferimentos era tamanha que, segundo o cirurgião que participou do tratamento, parecia difícil acreditar que ele tivesse conseguido permanecer vivo após a colisão
Trevor Rees-Jones
Reprodução/Internet
.Trevor precisou enfrentar uma longa cirurgia para reconstruir o rosto. O procedimento durou cerca de 11 horas e contou com o auxílio de fotografias do próprio casamento do segurança, utilizadas pelos médicos como referência para tentar recuperar seus traços.
Trevor Rees-Jones
Reprodução/Internet
Durante a reconstrução facial, foram implantadas mais de 30 placas e parafusos. O processo de recuperação foi longo e exigiu diversos cuidados médicos após o acidente.
Trevor Rees-Jones
Reprodução/Internet
Quem era o segurança que estava no carro?
Nascido na Inglaterra, em 1968, Trevor Rees-Jones construiu sua carreira na área de segurança. Antes de trabalhar para a família Fayed, ele teve passagem pelas forças especiais do Exército britânico, experiência que contribuiu para sua atuação profissional posteriormente.
Na época da tragédia, Trevor era responsável pela proteção de Dodi Fayed e de seus convidados. Naquela madrugada, acabou ocupando o banco da frente da Mercedes e se tornou a única pessoa a sobreviver à colisão.
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Sobrevivente também foi envolvido em teorias
A morte da princesa Diana rapidamente deu origem a inúmeras especulações e teorias sobre as circunstâncias do acidente. Trevor também acabou sendo mencionado em algumas dessas versões, mas negou as acusações.
Anos depois, uma investigação oficial britânica conhecida como Operation Paget analisou as suspeitas relacionadas à tragédia. Em 2004, o trabalho concluiu que não havia evidências de que o acidente tivesse sido resultado de uma conspiração.
Trevor Rees-Jones, princesa Diana e Dodi Al-Fayed
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O que aconteceu com Trevor depois da tragédia?
Após sobreviver à colisão e enfrentar um longo período de recuperação, Trevor Rees-Jones continuou ligado ao setor de segurança. Diferentemente de outras pessoas associadas à história da princesa Diana, ele preferiu manter uma vida reservada e distante da exposição pública.
Mesmo décadas depois, o episódio ainda deixou marcas profundas. Em uma entrevista, Trevor resumiu o sentimento de responsabilidade que carregou após aquela madrugada: “Eu era pago para cuidar de Dodi e de seu convidado e eles morreram no meu turno.”
Hoje, Trevor permanece conhecido principalmente por ter sido o único sobrevivente da Mercedes que levava Diana, Dodi Fayed e Henry Paul. Sua sobrevivência, marcada por ferimentos gravíssimos e uma extensa reconstrução facial, tornou sua trajetória uma das histórias mais impressionantes relacionadas à tragédia que abalou a família real britânica.
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