Saúde
05 de setembro de 2026A desidratação é a perda de água pelo corpo que excede a sua reposição, resultando em um desequilíbrio de eletrólitos e glicose no organismo, e sintomas, como sede intensa, dor de cabeça forte, cansaço, pouca urina ou tontura.
Esta condição pode afetar bebês, crianças, adultos ou idosos, e ser causada por baixa ingestão de água, diarreia ou vômitos intensos, febre, diabetes ou consumo excessivo de bebidas alcoólicas, por exemplo.
O tratamento da desidratação é feito pelo clínico geral e o objetivo de repor a água no corpo e balancear os eletrólitos, podendo ser indicado tomar o soro caseiro ou sais de reidratação, ou em casos mais graves, a aplicação de soro na veia no hospital.
Os principais sintomas de desidratação são:
Além disso, no caso de desidratação grave, também podem surgir sintomas como palpitação cardíaca, respiração rápida, tontura, confusão mental ou desmaio, por exemplo. Veja outros sintomas de desidratação.
Nestes casos, o tratamento deve ser feito no hospital com a administração de soro na veia e deve ser iniciado o mais rápido possível, para evitar complicações graves.
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Em bebês e crianças, a desidratação também pode ser percebida através de sinais, como choro sem lágrimas ou afundamento da moleira. Saiba identificar os sinais de desidratação no bebê.
No caso desidratação em bebês, crianças ou idosos, é importante aumentar a oferta de líquidos e ir ao hospital imediatamente, pois são grupos que podem evoluir rapidamente para desidratação grave e causar complicações, como problemas renais ou choque hipovolêmico.
O diagnóstico da desidratação é feito pelo clínico geral ou pediatra através da avaliação dos sintomas, histórico de saúde e de uso de remédios, e avaliação física.
No exame físico, o médico pode observar sinais de desidratação como mucosas secas, lábios rachados ou azulados, menor elasticidade da pele, pressão arterial baixa ou alteração do estado mental, por exemplo.
Para ajudar a identificar o grau de desidratação, o médico pode solicitar exames de sangue, como níveis de eletrólitos, especialmente sódio e potássio, além de exame de urina.
A desidratação ocorre quando a perda de água pela pele, pulmões, trato gastrointestinal ou rins, é maior do que a capacidade de reposição de líquidos, provocando desequilíbrio de eletrólitos e glicose no organismo, resultando nos sintomas.
Alguns fatores podem aumentar o risco de desidratação, como:
Além disso, o uso de remédios laxantes ou diuréticos, podem levar a um aumento da eliminação de água no corpo e resultar em desidratação.
O tratamento da desidratação deve ser feito com orientação do pediatra ou clínico geral e tem como objetivo repor água e eletrólitos no corpo, e varia com sua causa, grau de desidratação e idade.
Assim, o médico pode indicar fazer a reidratação oral, com o soro caseiro ou sais de reidratação encontrados em farmácias. Veja como preparar o soro caseiro em casa.
Nos casos mais graves, pode ser necessário internamento hospitalar e a aplicação de soro fisiológico, glicose e eletrólitos na veia.
A desidratação pode ser facilmente prevenida através de medidas simples, como:
No caso da pessoa apresentar diarreia ou vômito, é importante iniciar a reposição de líquidos imediatamente, aumentando a ingestão de água, chás, canjas ou sopas, por exemplo.
A desidratação pode causar complicações como doença renal, acidose láctica, alcalose ou acidose metabólica, choque hepático ou choque hipovolêmico, por exemplo.
Em alguns casos, quando não tratada adequadamente, a desidratação pode colocar a vida em risco.
Além disso, quando a reposição de líquidos é excessiva, também podem ocorrer complicações como edema pulmonar ou periférico.