categoria Conexão
Data 28 de agosto de 2026

O retorno do príncipe Harry e Meghan Markle ao Reino Unido pode ter contado com um apoio milionário e discreto. Segundo informações divulgadas pelo Page Six, o casal teria recebido ajuda financeira do bilionário britânico Ian Wace, empresário do setor de fundos de investimento e uma pessoa que mantém uma relação próxima com o duque de Sussex.
Duas fontes ouvidas exclusivamente pela publicação afirmaram que Wace estaria ajudando a custear a mudança da família para o Reino Unido. O empresário, de 63 anos, possui uma fortuna estimada em US$ 1,2 bilhão.
Procurados pelo Page Six, os representantes de Harry e Meghan não comentaram o assunto. Já um porta-voz de Wace também optou por não se manifestar.
Amizade de longa data
Ian Wace é um dos fundadores e atual CEO e diretor de riscos da Marshall Wace LLP, uma das grandes empresas de fundos de hedge do mundo, criada em 1997.
A relação entre o financista e os Sussex seria antiga. Ao longo dos anos, Harry e Meghan construíram uma amizade próxima com Wace, que teria se tornado ainda mais significativa diante de experiências pessoais compartilhadas.
Em julho, segundo o Daily Mail, Harry e Meghan levaram os filhos, o príncipe Archie, de 7 anos, e a princesa Lilibet, de 5, para passar alguns dias na ilha particular de Wace, Tanera Mor, localizada na Escócia.
No início de agosto, Meghan também publicou uma fotografia no Instagram que aparentemente mostrava uma paisagem das Terras Altas escocesas, aumentando as especulações sobre a proximidade da família com a região.
Harry já teria visitado Tanera Mor anteriormente. Wace comprou a propriedade em 2017 por cerca de US$ 2,3 milhões e, desde então, promoveu uma ampla transformação no local. A ilha, que possui aproximadamente 800 acres, recebeu investimentos estimados em US$ 135 milhões, destinados a projetos de restauração, plantio de árvores, infraestrutura e construção de estradas.
Uma história marcada pela tragédia
Além da amizade com Harry, Ian Wace teria outro ponto de conexão com o príncipe: os dois passaram por experiências familiares profundamente traumáticas.
Em 1994, a primeira esposa do empresário, Joanna, morreu em um acidente de carro em Hampshire, na Inglaterra. Os dois filhos do casal, Guy, de 4 anos, e Alicia, de apenas 11 meses, também perderam a vida na tragédia.
Wace estava no banco do passageiro do Range Rover conduzido pela esposa, que tinha 34 anos.
Harry, por sua vez, viveu uma tragédia familiar que marcou sua vida quando sua mãe, a princesa Diana, morreu em um acidente de carro em Paris, em 1997.
Meghan também tem ligação com a família Wace
A proximidade dos Sussex com Ian Wace não seria o único elo entre as famílias. Meghan mantém uma amizade próxima com Saffron Aldridge, ex-modelo e ex-esposa do empresário.
Embora Wace e Saffron tenham se separado em 2023 e posteriormente se divorciado, os dois continuam amigos.
Em 2019, Harry, Meghan, Wace e Aldridge chegaram a sair juntos para um evento. O quarteto assistiu a uma apresentação do Cirque du Soleil no Royal Albert Hall, em Londres.
Segundo o The Sun, Saffron teria ajudado Meghan a se aproximar e compreender melhor alguns círculos da aristocracia britânica, além de ter compartilhado dicas de moda com a duquesa após seu casamento com Harry.
Aldridge, que já trabalhou como modelo da Ralph Lauren, também possui conexões no mundo das celebridades. Ela é meia-irmã de Lily Aldridge, modelo que fez parte do time de Angels da Victoria’s Secret. Lily é casada com Caleb Followill, vocalista da banda Kings of Leon.
Conexões com a realeza
Os laços da família Wace com figuras próximas à família real britânica vão além da amizade com Harry e Meghan.
Milo, filho mais velho de Saffron, tem como pai Simon Astaire, que também atua como porta-voz do príncipe e da princesa Michael de Kent.
Saffron, de 58 anos, também é conhecida por seu envolvimento em ações beneficentes voltadas principalmente para crianças. A área de atuação se aproxima de causas que também fazem parte da imagem pública construída por Harry e Meghan.
A socialite esteve ainda em um evento ao lado de Kate Middleton e do príncipe William em 2011, ocasião que marcou uma das primeiras aparições públicas do casal depois do casamento.
Harry e Meghan estão voltando para o Reino Unido
O possível apoio financeiro de Wace surge justamente no momento em que Harry e Meghan se preparam para uma nova fase da vida no Reino Unido.
Em 20 de agosto, o Page Six revelou que os Sussex pretendem retornar ao país com os dois filhos, seis anos depois de deixarem as funções oficiais da monarquia e se estabelecerem na Califórnia. A mudança ficou conhecida mundialmente como “Megxit”. “O palácio foi informado da mudança”, confirmou-nos uma fonte na altura.
Segundo a mesma fonte, o rei Charles III teria sido comunicado sobre a decisão apenas alguns dias antes. A situação de saúde do monarca também teria pesado na decisão da família.
A fonte afirmou que o fato de Charles estar com câncer “é o motivo pelo qual eles estão voltando”. Ainda de acordo com o relato, o rei, de 77 anos, estaria interessado em aproveitar mais tempo ao lado dos netos e da família de Harry.
Apesar do retorno, os Sussex não devem reassumir seus antigos deveres como integrantes da família real. As crianças, porém, devem começar a frequentar uma escola no Reino Unido em breve.
Harry e Meghan também pretendem continuar trabalhando em seus projetos comerciais enquanto estiverem no país. A família deve morar em uma “residência não real”.
Busca por uma nova casa
Poucos dias depois da notícia sobre o retorno, Harry, Meghan e os filhos embarcaram em um jato particular de Los Angeles com destino a Birmingham, na Inglaterra. A viagem teria custado cerca de US$ 120 mil.
Enquanto organizam a nova rotina, os Sussex estariam procurando uma propriedade para chamar de lar. Segundo o Page Six, o casal estaria avaliando imóveis em Cotswolds, região bastante procurada por celebridades e próxima de Highgrove House, residência do rei Charles III e da rainha Camilla.
Até o momento, Harry e Meghan ainda não fizeram aparições públicas no Reino Unido desde que a informação sobre a mudança veio à tona.

Fonte: Vogue