Saúde
15 de julho de 2026Infarto é a morte das células do músculo cardíaco provocada pela obstrução total ou parcial de artérias coronárias, o que reduz o fluxo sanguíneo o fornecimento de oxigênio para o miocárdio, resultando em sintomas, como dor no peito que irradia para o braço, náuseas, suor frio ou palidez, por exemplo.
O infarto, também chamado de infarto agudo do miocárdio (IAM) ou ataque cardíaco, geralmente ocorre devido ao acúmulo de placas de gordura no interior das artérias coronárias, que acontece pela genética ou por fatores de risco como tabagismo, obesidade e alimentação desequilibrada.
O infarto é uma emergência médica que pode colocar a vida em risco e, por isso, deve-se ir imediatamente ao pronto-socorro para fazer o tratamento recomendado pelo cardiologista com remédios, cateterismo ou angioplastia para regular a passagem de sangue para o coração.
Confira, no vídeo a seguir, as principais dúvidas sobre o infarto com o Dr. João Petriz:
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Os principais sintomas de infarto são:
Os sintomas de infarto costumam iniciar de forma gradual, e piorando aos poucos, durando mais de 20 minutos.
No entanto, em alguns casos, o infarto pode acontecer de forma súbita, com uma piora muito rápida, situação conhecida como infarto fulminante.
Como o tratamento tem que ser feito no hospital, assim que os primeiros sintomas surgem é importante chamar logo o SAMU, e se houver perda de consciência é importante que seja feita uma massagem cardíaca até que a ajuda médica chegue. Aprenda como fazer a massagem cardíaca corretamente.
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Os sintomas de infarto em mulheres mais comuns são dor na região do estômago, dor no ombro direito, cansaço excessivo sem causa aparente e sensação de falta de ar, por exemplo.
Os sintomas do infarto em jovens são similares aos de pessoas mais velhas e incluem dor intensa, pressão ou aperto no centro ou lado esquerdo do peito, dor que pode irradiar para braço esquerdo, falta de ar e palpitações, por exemplo.
Para saber a possibilidade de ter um infarto, por favor, selecione os sintomas que apresenta:
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Este teste é apenas uma ferramenta de orientação e, portanto, não tem a finalidade de dar um diagnóstico e nem substitui a consulta com um cardiologista ou clínico geral.
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O diagnóstico do infarto é feito pelo cardiologista ou clínico geral no hospital por meio da avaliação dos sintomas e resultado de exames como o eletrocardiograma, também chamado de ECG, e exames laboratoriais, como troponina. Veja mais sobre os exames que avaliam o coração.
Na maior parte das vezes, o infarto é causado pelo bloqueio total ou parcial de uma ou mais artérias coronárias, por placas de gordura, chamada aterosclerose, o que impede o fluxo sanguíneo e o fornecimento de oxigênio para o músculo cardíaco, levando a morte de células do miocárdio.
Leia também: 9 principais causas de infarto (e o que fazer)
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Além disso, o infarto também pode ocorrer devido a espasmos nas artérias coronárias, infecções ou danos no músculo cardíaco, ou dissecção (rompimento) de artérias coronárias.
Os principais fatores que podem aumentar o risco de infarto, são:
Além disso, algumas doenças autoimunes, como lúpus eritematoso sistêmico ou artrite reumatoide, ou uso de drogas ilícitas também pode aumentar o risco de infarto.
Outros fatores de risco para o infarto são sedentarismo, depressão, estresse e uma dieta pobre em vegetais e frutas e/ou rica em gorduras.
Use a calculadora abaixo e saiba qual o seu risco de sofrer um infarto:
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A calculadora de risco de infarto é apenas uma ferramenta de orientação, não servindo como diagnóstico e nem substituindo a consulta com cardiologista.
O tratamento do infarto é feito no hospital, com orientação do cardiologista, e tem como objetivo restabelecer o fluxo sanguíneo para o músculo cardíaco e evitar complicações.
Os principais tratamentos para o infarto são:
O uso de remédios para infarto é iniciado tão logo a pessoa chega no hospital, sendo geralmente feito com:
Além disso, podem ser aplicados na veia remédios trombolíticos ou fibrinolíticos, como a tenecteplase ou alteplase, para dissolver o coágulo ou trombo que está obstruindo a artéria coronária.
A oxigenoterapia, se necessária,também é iniciada imediatamente assim que a pessoa chega no hospital, para aumentar a quantidade de oxigênio no sangue e reduzir o esforço do coração, sendo feito junto com o uso de remédios e monitorização intensiva da doença.
Esse tipo de tratamento pode ser feito com cateter nasal, máscara de oxigênio ou até mesmo ventilação mecânica, o que varia com a gravidade dos sintomas apresentados e saturação de oxigênio no corpo.
O tratamento não-medicamentoso para o infarto pode ser feita através do cateterismo cardíaco ou angioplastia coronariana, com colocação de stent, para desobstruir as artérias coronárias e restabelecer o fluxo sanguíneo para o miocárdio.
Além disso, em alguns casos, o médico pode indicar a realização de cirurgia de ponte de safena. Veja como é feita a ponte de safena.
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Para prevenir o infarto, é recomendado:
Além disso, é recomendado fazer um check-up regularmente, pelo menos 1 vez por ano, com o clínico geral ou cardiologista, para que os fatores de risco para o infarto sejam detectadas o mais breve possível, e feitas orientações que podem melhorar a saúde e diminuir o risco.
O infarto pode causar complicações como arritmias, insuficiência cardíaca, pericardite, problema nas válvulas cardíacas, choque cardiogênico ou parada cardíaca.
Leia também: 6 sintomas de parada cardíaca (e o que fazer)
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Por isso, é importante buscar ajuda médica ou ir ao pronto-socorro imediatamente assim que surgem os sintomas de infarto, para iniciar rapidamente o tratamento e evitar complicações que podem colocar a vida em risco.